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Depoimentos

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"Sou portador de hipercolesterolemia familiar, e tive esse diagnóstico apenas no ano de 2012. Desde 1987 tomo medicamentos para controlar os altos níveis de colesterol. Entretanto, apesar de utilizar a dosagem máxima de estatinas os níveis não abaixavam o suficiente.

Demorei 25 anos para descobrir a verdadeira causa e os medicamentos adequados para manter controle dos níveis de colesterol. Atualmente mantenho o colesterol (LDL, HDL e total) em níveis adequados, utilizando diariamente os medicamentos.

Isso apenas foi possível quando fui orientado por um cardiologista do Incor, da equipe médica do programa HIPERCOL Brasil, a realizar teste genético pelo Laboratório de genética e cardiologia molecular do InCor/Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Foi detecta a alteração, que foi associada com a patologia Hipercolesterolemia Familiar.

Esse teste também foi realizado com 4 de meus irmãos, e dois deles também apresentaram essa alteração genética."

Sérgio Gonçalves, Secretário

“Aos 21 anos de idade, fiz pela primeira vez um hemograma específico de colesterol, onde o resultado foi de 600 para o colesterol total.

Como os meus avós paternos faleceram por problemas cardíacos e o meu pai já havia tido um enfarto do miocárdio aos 42 anos e um segundo aos 53 anos, resolvi procurar ajuda médica.

Sendo assim, iniciei um tratamento, mas, não houve um resultado desejado.
O máximo que obtive foi de 400 para o colesterol total.

Um dia, conversando com um amigo advogado, ou seja, mesmo não sendo da área médica, comentou comigo a respeito de uma reportagem que ele havia lido, sobre a síndrome da mutação libanesa. Essa mutação, faz com que, pessoas descendentes de libaneses, tenham um colesterol muito alto, independentemente da alimentação e de serem ou não obesas.

Como o meu pai era paciente do Incor, fui chamado para participar de um estudo do DNA do sangue. Foi justamente através desse estudo que houve o primeiro diagnóstico da Hipercolesterolemia Familiar.

Graças a esse estudo, aos medicamentos e ao acompanhamento médico permanente, tanto eu quanto o meu pai, hoje com 78 anos, estamos com o colesterol controlado.”

Ricardo Ayub,