O paciente conta sua história | AHF Colesterol

O paciente conta sua história

É possível levar a vida numa boa, mesmo com os desafios que a HF impõe ao paciente.

Aldo Cerutti tem 59 anos e é aposentado. Natural de Concórdia (SC), vive em Brasília, trabalhou como bancário e analista de sistemas, também no setor bancário.

Com 40 anos de idade, descobriu que tem HF. Mantém acompanhamento constante com cardiologista e toma medicação específica, melhorando seu nível de colesterol. De família italiana, viu-se obrigado a privar-se de alimentos e de refeições sempre regadas a muita massa e gordura.

Em 2011, teve uma cardiopatia forte. Seu pai faleceu de infarto aos 63 anos de idade. Ele tinha diabetes e era hipertenso.

Dos 10 irmãos, seis, incluindo ele, carregam essa genética. Aldo tem dois filhos que não possuem HF.

Em contato recente com a AHF, através de uma matéria publicada no Jornal Correio Brasiliense, Aldo tornou-se associado e acredita que é possível levar a vida numa boa, mesmo com os desafios que a HF lhe impõe.

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Conviver com HF, renovar esperanças, dedicar-se à vida.

Sandra Regina Knabben Filete é artesã e tem 54 anos. Nascida e criada em Santa Catarina, vive na cidade de São José. Aos 23 anos, descobriu que tem HF após fazer dieta, eliminando cinco quilos, e não conseguindo baixar suficientemente seu nível de colesterol.

Submeteu-se à três angioplastias colocando seis stents e dois balões farmacológicos.

Seu avô materno morreu de infarto aos 47 anos e sua mãe faleceu aos 64 anos, durante cirurgia no coração. Entre seis irmãos, ela e mais três têm HF, além de tios, primos e de duas sobrinhas adolescentes, medicadas desde os seis anos.

Por conta da doença, Sandra passou por depressão e está quase recuperada. A rotina mudou muito, mas ela garante que aumentou sua qualidade de vida com atividade física aliada a uma alimentação saudável.

Associada à AHF, Sandra renova suas esperanças e dedica-se à vida.

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Tocar a vida e seguir em frente, com determinação, porque há situações que não podem ser mudadas.

Edgard Elias Alves Rodrigues nasceu em Botucatu (SP) e vive na capital paulista. Aos 68 anos, o jornalista, apesar de aposentado, continua na ativa em ritmo mais moderado.

Recentemente diagnosticado com HF, Edgard já conhecia seu alto nível de colesterol que não baixava, mesmo medicado. Convive ainda com diabetes tipo 2 e pressão alta controlados com medicações, aumentando ainda mais o risco de um evento cardiovascular.

Edgard é revascularizado, tem duas pontes de safenas, duas pontes mamárias e mais quatro stents.

Seus familiares fizeram o teste genético, reiterando a HF: sua mãe, três de seus irmãos e seus dois filhos.

Participou da assembleia de fundação da AHF, em maio de 2014. Em meio aos desafios, o apreciador das letras segue em frente, determinado.

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Se você tiver colesterol LDL acima de 210 mg/dl e membros em sua família com infarto do miocárdio em idade inferior a 45 anos, entre em contato com o InCor pelo e-mail hipercolbrasil@incor.usp.br, enviando como anexo uma cópia ou foto do seu exame de colesterol junto com um número para contato telefônico. A Equipe do Hipercol Brasil entrará em contato com você!

Além do Hipercol Brasil, também a UNIFESP faz diagnóstico genético da HF: Endereço: Rua Loefgren, 1350. CEP - 04040-010. Fone: 11-55764961. E-mail para marcar coleta: waleria.toledo@gmail.com

Continue visitando o nosso site para aprender mais sobre a HF. Leve esta notícia ao seu médico. Espalhe que a HF é tratável, quanto mais cedo for diagnosticada, melhores são os resultados. A HF é familiar, passa de geração em geração, portanto todos precisam ser diagnosticados.